Escorrem pelo meu rosto sem motivo aparente
(corações negros também choram).
A loucura faz a minha cabeça,
controla - me
sufoca - me.
Afoga - me em um mar de desespero
de renuncias de meu próprio ser.
O ódio faz as marcas mais profundas e doridas da vida.
Quem diria!
Nem mesmo a Morte é a solução.
10 janeiro 2011
06 dezembro 2010
Canto a Dor
Nem sempre o cheiro das rosas é tão doce
as vezes tem um amargo sabor: o da dor.
Profundo, penetrante, inesquecível...
Quisera eu, ser tão insignificante,
ser quem sabe imune a ela, ou poder apenas guardá-la
Apenas para mim.
Meu âmago amargurado anseia
demasiadamente pelo mais puro dos sentimentos
mesmo que ele seja a Morte
dos mais doridos e ímpios amores
dantes não esquecidos, sempre guardados
no mais mórbido e solitário dos mundos:
meu próprio coração.
as vezes tem um amargo sabor: o da dor.
Profundo, penetrante, inesquecível...
Quisera eu, ser tão insignificante,
ser quem sabe imune a ela, ou poder apenas guardá-la
Apenas para mim.
Meu âmago amargurado anseia
demasiadamente pelo mais puro dos sentimentos
mesmo que ele seja a Morte
dos mais doridos e ímpios amores
dantes não esquecidos, sempre guardados
no mais mórbido e solitário dos mundos:
meu próprio coração.
Canto a Morte
Ei eu de viver por um tanto
posto que não sou eterno
mas levarei para meu túmulo
os sentimentos mais que ternos.
Deitarei-me sob uma cama fria
sem voz, sem vida, nem pensamento
em meu rosto não estará o pranto;
nem o contentamento.
Deixarei a vida.
Tuas cores não as verei mais
Teus perfumes não sentirei mais
E nem mesmo cantarei à bela Primavera.
As flores, os odores, a alegria
tudo ficará para trás.
Mas o amor um dia vivido
Morrerá comigo pela eternidade.
posto que não sou eterno
mas levarei para meu túmulo
os sentimentos mais que ternos.
Deitarei-me sob uma cama fria
sem voz, sem vida, nem pensamento
em meu rosto não estará o pranto;
nem o contentamento.
Deixarei a vida.
Tuas cores não as verei mais
Teus perfumes não sentirei mais
E nem mesmo cantarei à bela Primavera.
As flores, os odores, a alegria
tudo ficará para trás.
Mas o amor um dia vivido
Morrerá comigo pela eternidade.
28 novembro 2010
VOCÊ Razão de Viver
O sentimento que um dia me ensinou e ser forte
A vida que me proporcionou a felicidade
Me fez resistir e lutar pra poder um dia ao seu lado estar
Não a vitoria que me satisfaça sem o brilho do teu olhar
O brilho da Lua já não é mais o mesmo
O por do Sol não me faz mais chorar
E simplesmente há um vazio em meu ser
Viverei eu a custa de Ilusões Baratas?
Hoje com o passar do tempo vejo que não foi em vão
Todas as lágrimas que um dia derramei por você
Sei mesmo que foi a toa fingir que um dia te esqueci
Ainda que tivesse toda fortuna desse Mundo
Ainda que tivesse a Cura em minhas mãos
Nada seria igual à outrora passada
E o Futuro é uma caixinha de Surpresa
Quero você pra me acordar desse pesadelo em qual Vivo
Quero você pra Sempre
Do que adianta a vida sem você
Volta e traga luz ao meu Mundo Vazio e sombrio
Não há Sentimento igual que possa me curar
É de você que Preciso...
Autor: Jonas Van Halen
27 novembro 2010
Canto III
Chegas até mim, como uma leve brisa
teu tão doce toque me fascina
deixando- me deveras encantada,com o mais belo e simples brilho do olhar
do dono do mais puro coração.
Invejo-te
pois nem mesmo o bailar dos pássaros nos céus
possuem essa inefável beleza
(e que rara beleza...
não sí sensível aos olhos mas ecstasiante ao corpo.)
Perdoe- me tal atrevimento
De minha parte és o mais belo cravo dos floridos campos.
Além do imaginário, infeitiça- me;
conquista- mes apenas com o doce som de tua voz
(lembra- me o canto das liras).
Nem mesmo as cores do amanhecer conseguem simplificar tais sentimentos.
Apenas uma frase ocorre- me:
Amo- te...
teu tão doce toque me fascina
deixando- me deveras encantada,com o mais belo e simples brilho do olhar
do dono do mais puro coração.
Invejo-te
pois nem mesmo o bailar dos pássaros nos céus
possuem essa inefável beleza
(e que rara beleza...
não sí sensível aos olhos mas ecstasiante ao corpo.)
Perdoe- me tal atrevimento
De minha parte és o mais belo cravo dos floridos campos.
Além do imaginário, infeitiça- me;
conquista- mes apenas com o doce som de tua voz
(lembra- me o canto das liras).
Nem mesmo as cores do amanhecer conseguem simplificar tais sentimentos.
Apenas uma frase ocorre- me:
Amo- te...
28 outubro 2010
Canto II
Chegas até mim,como um anjo tímido,
meigo,raro em sentimentos,
mais simples que a beleza de uma flor...
Me conquistas...
A levianidade não lhe toca o coração.
A pureza de tua alma encanta-me,
arrebata-me o espírito apenas com o mero brilho do teu olhar,do teu sorriso,
sincero e estranhamente belo
como o doce aroma da Primavera ao romper do crepúsculo.
Estasia-me,inebria-me...
O sabor do teu beijo é abrasador,arrasador.
Nem mesmo o toque da Morte é tão leve...
meigo,raro em sentimentos,
mais simples que a beleza de uma flor...
Me conquistas...
A levianidade não lhe toca o coração.
A pureza de tua alma encanta-me,
arrebata-me o espírito apenas com o mero brilho do teu olhar,do teu sorriso,
sincero e estranhamente belo
como o doce aroma da Primavera ao romper do crepúsculo.
Estasia-me,inebria-me...
O sabor do teu beijo é abrasador,arrasador.
Nem mesmo o toque da Morte é tão leve...
16 outubro 2010
Carta ao Desespero
O medo e a Morte me cercam
E estou sozinho perdido em um mundo Cruel
Afastado daquilo que um dia me fez sorrir e sonhar
Olho por todos os horizontes, tento encontrar refúgios
Onde posso me esconder?
É tão cruel e invasivo o meu destino
Que jamais posso recuar-me
Nem mesmo o tempo acolherá meus pecados
Nem mesmo a lua esconderá minhas tristezas
Há somente uma esperança
E seria covardia recorrer-me ao desespero
Não seria eu justo com minhas palavras
Em tais mudanças drásticas
Somente resta-me esperar
Que um dia possa ter asas e voar
Ou quem sabe esperar a maré voltar
E num simples tocar dessa brisa uma nova chance a surgir
Autor: Jonas Van Halen
09 outubro 2010
Canção I
A tua beleza encanta-me por entre as noites escuras
Sinto um leve toque em minha pele
Parece ter o sabor da liberdade
Ou quem saiba seja apenas mais um de meus incessantes devaneios
Vindo da parte mais profunda da alma
Apenas para enganar-me e adoçar-me um pouco dos meus sombrios dias
Onde sou cercada pelas minhas massantes utopias degenerativas
Meu mundo de sonhos regrado a tolices e erros
Onde me encerro e me perco em algo sem fim.
Parece até que,por vezes,tudo é real
Ou seriam apenas sonhos de um ser meramente apaixonado(?)
Pela vida,pela dor e pelo que ela proporciona.
A simplicidade das flores refletem o teu sorriso
Observe:nas entrelinhas do teu olhar vejo a felicidade
Escondida entremeios quão longincos do meu alcance
Mas nem mesmo o tempo pode apagar.
Sinto um leve toque em minha pele
Parece ter o sabor da liberdade
Ou quem saiba seja apenas mais um de meus incessantes devaneios
Vindo da parte mais profunda da alma
Apenas para enganar-me e adoçar-me um pouco dos meus sombrios dias
Onde sou cercada pelas minhas massantes utopias degenerativas
Meu mundo de sonhos regrado a tolices e erros
Onde me encerro e me perco em algo sem fim.
Parece até que,por vezes,tudo é real
Ou seriam apenas sonhos de um ser meramente apaixonado(?)
Pela vida,pela dor e pelo que ela proporciona.
A simplicidade das flores refletem o teu sorriso
Observe:nas entrelinhas do teu olhar vejo a felicidade
Escondida entremeios quão longincos do meu alcance
Mas nem mesmo o tempo pode apagar.
02 outubro 2010
Teus meigos olhos me encantam
revelam-te
como uma flor na Primavera.
Me comquistas,
quando abres teu gracioso sorriso,
nm mesmo as dores da alma impedem-me de admirar-lhe
o cheiro do amor é realmente doce.
Dizem que no fim de cada estrada está a felicidade.
Pois eu digo:
por toda a minha estrada está a felicidade:Você!
Os sabores da vida são poucos.
O amor é um deles.
revelam-te
como uma flor na Primavera.
Me comquistas,
quando abres teu gracioso sorriso,
nm mesmo as dores da alma impedem-me de admirar-lhe
o cheiro do amor é realmente doce.
Dizem que no fim de cada estrada está a felicidade.
Pois eu digo:
por toda a minha estrada está a felicidade:Você!
Os sabores da vida são poucos.
O amor é um deles.
18 setembro 2010
Lembranças
Fantasmas batem á minha porta
Enganam-me,perseguem-me
Recobrem-me de devaneios
Cercam-me.
Gritam em meus ouvidos,
Tapam-me os olhos,
Calam-me a voz.
É ela,parte de minh´alma perdida.
Meus espíritos desenterrados.
Meu passado vivo:sórdido e desenterrado.
Teu canto é a nênia,
Tua tez é lívida,
Teus sabores:amargos.
Teu único prazer é a dor
Relembrada quando vens até mim.
Se o amor fosse passível de esquecimento
Não existiriam lembranças...
Enganam-me,perseguem-me
Recobrem-me de devaneios
Cercam-me.
Gritam em meus ouvidos,
Tapam-me os olhos,
Calam-me a voz.
É ela,parte de minh´alma perdida.
Meus espíritos desenterrados.
Meu passado vivo:sórdido e desenterrado.
Teu canto é a nênia,
Tua tez é lívida,
Teus sabores:amargos.
Teu único prazer é a dor
Relembrada quando vens até mim.
Se o amor fosse passível de esquecimento
Não existiriam lembranças...
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