Quando é hora de ir?
O sol já se pôs,
As cortinas e os olhos já se fecharam,
Mas ainda estou aqui.
Andando só pelos vales e sombras da morte,
Respirando a poeira deixada pelos que correm com lobos à minha frente.
Já caí tantas vezes, que me tornei o caminho de outros.
Apenas mais uma pedra deixada, chutada.
Não é sobre equidade, mas cansaço.
Até onde vão meus passos exaustos?
Quiçá, a ciranda me cativou em círculos eternos.
Apenas tolices e devaneios.
T.Alves

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